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Num país em que um desembargador cassa mandato parlamentar por liminar com base em uma premissa falsa não se pode falar em Justiça

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PEDRO PORFÍRIO

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Caixa postal de Pedro Porfírio

 

Leia as obras de Pedro Porfírio

Editado pela FÁBCA DO CONHECIMENTO - Rio de Janeiro  

porfirio@palanquelivre.com

"Estou condenado a ser livre. Isso quer dizer que nenhum limite para minha liberdade pode ser estabelecido, exceto a própria liberdade"

"JEAN PAUL SARTRE, filósofo francês, O SER E O NADA (1943)

   

LEIS PARA CONSULTAS

Leia também artigos e opiniões sobre o direito e a Justiça brasileira

Nos labirintos do direito                                                   a Justiça como ela é                                        No país dos bacharéis

  A judicialização do Estado Brasileiro Justiça  pede choque de gestão

Nascido de sete meses, sob forte temporal no Ceará, iniciaria meu percurso por aqui no dia 18 de março de 1943

Atualizado em:

17/03/2008 03:03


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Vamos ler 

O conhecimento é que torna os homens livres

Uma página dedicada aos livros.  Veja comentários sobre a obra de MONIZ BANDEIRA e as indicações dos melhores livros segundo alguns leitores.

Os cinco melhores livros que você    indicou

Veja em nossa página de livros indicações de nossos leitores e parceiros.

Deu na Internet

Mais de R$ 100 bi em tributos

Em pouco menos de um mês e meio, a população brasileira já desembolsou em favor dos cofres públicos, a título de impostos, o equivalente a mais de R$ 100 bilhões.

 

 

 

Está na hora de você me conhecer melhor

No dia 18 de março,  completei 63 anos.Para comemorar, estou NOS dando um presente.

Você receberá o VOLUME I das minhas CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA

 por apenas R$ 25,00, incluídas aí as despesas de correio.   Veja mais detalhes sobre minha vida.

 

 

Stalingrado impôs heróica resistência e as tropas de Hitler se renderam. Aí eu cheguei com o temporal

O  marechal Paulus, à frente do que restara do altivo 6º Exército alemão, rendeu-se aos soviéticosem 2 de fevereiro de 1943. Anunciou-se ali o destino da Alemanha nazista. Ao ser comunicado do desastre, Hitler disse a Goebbels: “os deuses da guerra trocaram de lado!” Um mês depois, caia um temporal em Fortaleza e eu vinha ao mundo quando minha mãe mal completara sete meses de gravidez.
 

Quando cheguei, o mundo estava em

 chamas. ...como hoje...ainda

 Como já anunciei em altos brados, amanhã fará 65 anos desde que cheguei ao mundo de surpresa, naquele temporal de bons presságios, véspera do dia de São José, na Fortaleza de Nossa Senhora Assunção, quando uma quase quarentona mal completara 7 meses de gravidez.
Não sei se ainda é assim, mas naqueles idos, se não chovesse até o dia São José, o camponês fazia o sinal da cruz e tratava de pegar o destino incerto, onde pudesse sobreviver, nem que fosse a pão e água.

As células da intolerância

Células tronco embrionárias podem se transformar em qualquer célula do corpo humano

Em episódio tão lamentável como esse, em que se pretende tratar salvação de vidas e curas de doenças com o olhar intransigente da religião, o que se vê é um silêncio sepulcral, como se fosse perigoso discordar do que o Papa não gosta.
É uma pena porque tal intolerância e tal terror um dia cairão em desuso, como aconteceu com tantos outros dogmas. Só que para alguns será tarde demais.

LEIA MAIS:

Células-tronco: o que são e para que servem

 

Os interesses da droga à sombra da ação no Equador

Permita que eu meta minha colher nessa sopa de letrinhas que envolve meio mundo na fronteira colombiana. Espero que possa oferecer algumas informações colhidas nas mais diversas fontes, inclusive o intelligence report from U.S. Defense Intelligence Agency (DIA) officials in Colombia, de 1991, cujo teor é hoje conhecido e, por sinal, muito atual.E se passei noites inteiras na busca de explicações mais plausíveis para a crise que levou o Exército colombiano a invadir território do Equador, é porque, infelizmente, estamos nos habituando cada vez mais às informações empacotadas por fontes que têm interesses nos eventos.

Clique sobre o mapa e veja: Medelín e Cáli, sedes dos grandes cartéis das drogas estão à distância das áreas de fronteira dominadas pelas FARC e ficam livres enquanto a "repressão ao narcotráfico" se faz apenas contra a guerrilha

Eleito deputado por Medelin em 1982, com o apoio de Uribe e muito dinheiro usado na construção de casas para vítimas de uma enchente, o megatraficante PABLO ESCOBAR posa com seu filho Juan Pablo diante da Casa Branca, em 1982

À direta, documento do Serviço de Inteligência do Ministério da Defesa dos EUA, de 1991, aponta ligações íntimas de Álvaro Uribe com o Cartel de Medelin, comandado pelo megatraficante Pablo Escobar

Em 1991, graças ao empenho do então senador Álvaro uribe, a nova Constituição foi promulgada com o artigo que proíbe a extradição de colombianos, conforme acordo com o narcotráfico.

Álvaro Uribe Vélez - um político e senador colombiano se dedicou à colaboração com o cartel de Medellin em níveis elevados de governo. Ele foi ligado a um negócio envolvido em atividades do narcotráfico nos Estados Unidos, trabalhou para o cartel de Medellin e é um amigo pessoal próximo de Pablo Escobar Gaviria”.
Relatório da U.S. Defense Intelligence Agency, de 1991 (Página 82 ), transcrito por Joseph Contreras e Steven Ambrus na edição de 9 de agosto de 2004 da revista norte-americana Newsweek .

CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

 

Uma ação sob encomenda

Entenda o que está por trás da invasão do Equador pelo exército colombiano, liderado pelos norte-americanos, que matou mais de vinte pessoas entre elas o porta-voz das Farc que negociava a libertação de reféns.

 

Olhai os homens do campo

Na noite da sexta-feira passada atravessei a ponte e subi a serra para descer em Araruama,onde fui assistir à formação da primeira turma do Sudeste de alunos da Escola de Líderes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura.
Eram 30 alunos, que passaram por três módulos. Num deles, em Vila Velha, no Espírito Santo, fui um dos expositores falando da história do movimento camponês, ao qual estive ligado nos meus vinte anos.

Leia Um drama social que vi com meus próprios olhos

Holocausto dos palestinos: uma “vingança” inacreditável

"Quanto mais os ataques com foguetes se intensificarem, maior será o holocausto, porque usaremos o que for necessário para nos defendermos".
Matan Vilnai, vice-ministro da Defesa de Israel


Quem diria? “HOLOCAUSTO”, uma palavra que traz as mais dramáticas lembranças para os judeus, entra no dicionário do governo de Israel para identificar um sentimento de vingança inaudito, inacreditável, impensável.
O “holocausto” dos palestinos de Gaza aconteceu a uma temperatura de 13 graus, neste sábado frio, primeiro de março de 2008. E ainda vai continuar, em desenfreados bombardeios sobre uma das regiões mais densamente povoadas do mundo -1 milhão 428 mil 757 habitantes para 360 Km2.
Não foi uma vingança só contra os palestinos. Foi um disparo sobre o coração de todo o mundo e, o que é mais patético, sobre a própria tradição judaica.
Os kosher (ortodoxos) não admitem sequer acender uma luz no sábado, dia sagrado, no qual o mínimo esforço deve ser evitado, até mesmo chamar o elevador.CLIQUE E LEIA

MINHA COLUNA NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 3 DE MARÇO DE 2008

Em julho de 2002, eu e u vereador Rubens Andrade conhecemos na bíblica Jericó  o ministro Seab Erekat, um fervoroso defensor de uma solução negociada para o conflito da Palestina. A ele, transmitimos nosso conforto a Yasser Arafat, que estava prisioneiro em seu próprio gabinete da Autoridade Nacional Palestina, sitiado por tanques israelenses em Ramalah. Estávamos lá, sob fogo cruzado, para entregar a Medalha Pedro Ernesto, conferida pela Câmara do Rio de Janeiro ao falecido líder do povo palestino.

Uma profunda tristeza  cortou meu coração valente

Por que você fez isso, Fernanda?

 

Clique na foto. Veja "que horror".

 E pensar que nós nos amávamos tanto

De inicio, eu não acreditei. Nem podia acreditar. A corrosão do caráter está em alta nesta sociedade competitiva, em que todos são rivais de todos, em que renegar o ontem virou rotina, num ambiente tétrico do salve-se quem puder.
Não acreditei porque há pessoas que se fizeram por seus próprios méritos, cresceram, ganharam a admiração geral, tornaram-se exemplos para todos.
Essas pessoas não têm direito de destruir o respeito cultivado através de décadas, o carinho, a admiração, enfim, elas deixam de pertencer a si para se tornarem partes de todos nós, como se parentes próximas fossem.
Estou querendo falar de uma pessoa com quem convivi nos piores momentos de minha vida, que foi digna, solidária, amiga, corajosa. Porque, nesses piores momentos, quando eu estava proscrito, socorreu-me o apoio de pessoas como Sandra Cavalcanti e Paulo Vial Corrêa, de pensamentos políticos bem diferentes do meu. CLIQUE E LEIA
 

Por que não choram a

execução de uma criança na favela?

No dia 10 de janeiro de 2008, numa desastrada incursão policial na favela do Jacarezinho,  o menino Wesley Damião da Silva, de 3 anos, foi fulminado por três balas de fuzil. A notícia não teve grande repercussão, porque ele era apenas mais um favela morto, num dia em que a PM executou 7 jovens daquela comunidade.

Diante dessa violência indefensável, algumas estrelas da mídia e primatas políticos ainda aplaudem e condecoram os policiais, insuflando a opinião pública na idéia de que essas matanças, que somaram1186 vítimas de balas policiais, de janeiro a novembro de 2007, podem até  aumentar o clima de tensão, mas, pelo menos, estão transformando  num inferno a vida de um milhão e meio de favelados, o que pode ser uma boa compensação psicológica para os assustados moradores do asfalto.

Em outras palavras: as mortes e os sustos no perímetro urbano estão sendo punidos com as execuções nas  favelas como o Jacarezinho. Inclusive de crianças, como o menino da Rua Esperança. CLIQUE E LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 18.01.2008

O menino Wesley Damião, atingido por três balas de fuzil numa desastrada operação policial das tropas de elite, ante o silêncio de uma sociedade hipócrita e os aplausos de uma mídia boçal, que apóia a política de extermínio, responsável por mais de 1200 vítimas fatais de balas disparadas pela polícia   em 2007.

O PDT e a violência policial no Rio


MINHA COLUNA NO JORNAL POVO DO RIO DE 16 DE JANEIRO DE 2008

 

O PDT do Rio de Janeiro pode surpreender se não perder o rumo trazido por seu líder, que ainda vive no inconsciente coletivo. Mas poderá perder duplamente se, seduzido pelo canto da sereia, adotar uma candidatumajoritária que não fale a linguagem de Brizola, cuja essência é a opção pelos pobres e a defesa da dignidade de todos.

 

O assassinato de Jango e

 a conspiração impune

 todos os homens de bem deste País, independente de simpatias ou antipatias pessoais e políticas, devem APOIO TOTAL, AMPLO E IRRESTRITO à família do ex-presidente João Goulart, em sua jornada insone para provar dois fatos que hoje são absolutamente inegáveis: o golpe de 64 foi financiado, monitorado, acompanhado de perto diretamente pelo governo dos Estados Unidos, e o ex-presidente João Goulart foi assassinado (6 de dezembro de 1976), num espaço de 9 meses, em que também morreram o presidente Juscelino Kubitschek (22 de agosto de 1976) e o ex-governador Carlos Lacerda (21 de maio de 1977). CLIQUE E LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 14.01.2008.

O milagre da água e um 

novo olhar sobre a favela

Um banho de alegria, com a abertura das torneiras de água para 70 mil moradores do Jacarezinho.

Porfírio fala, ouvido pelo ministro das Cidades, Márcio Fortes, o vice-governador Pezão, o presidente da CEDAE, Wagner Victer, os deputados Fernando William e Chiquinho da Mangueira e o presidente da Associação de Moradores, Vado.

 

Com o grupo de idosos que dá assistência há  há mais de dez anos.

Embora estejamos diante de um data extremamente importante – o reinício dos trabalhos do poder judiciário –  e sabendo que  há uma luz no fim do túnel em relação ao esbulho de que fui vítima com a suspensão do meu mandato por medida liminar,  gostaria de falar hoje sobre uma grande vitória que conquistamos,  graças à nossa  insistência e perseverança.Neste dia 8 de janeiro, a CEDAE ligou sua rede a um castelo d’água construído pela Prefeitura, com capacidade para 1 milhão de litros, beneficiando os 70 mil moradores da comunidade proletária do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A sucessão municipal e o

 legado de Brizola

Um fantasma assombra  o PDT do Rio de Janeiro, o fantasma da dúvida atroz. Decorrido mais de um quarto de século desde a sua fundação, como continuador legítimo do trabalhismo de Getúlio Vargas, o partido chega às portas das eleições municipais vivendo o mais difícil dos seus dilemas: SER OU NÃO SER fiel depositário dos sonhos sociais e transformadores de Leonel Brizola e sentinela das conquistas trabalhistas, tarefa a que se entrega Carlos Lupi, no Ministério do Trabalho, para o desconforto dos que querem ver o povo de tanga. CLIQUE AQUI E LEIA.

 

A decepção do filho, que deu

adeus ao curso de direito

Cassado por liminar, nada mais perverso e anti-democrático

No meu caso, não há precedentes. O que seria matéria da Justiça Eleitoral, como se pronunciou originalmente a juíza Vanessa Cavalieri, da 6ª Vara da Fazenda Pública, foi para o âmbito da Justiça Comum, que sequer considerou a decisão do Plenário do TRE do Estado do Rio, aprovada por 4 votos a 1 em janeiro deste ano, reafirmando o fórum para eventual renúncia de um parlamentar: ela deve ser formulada do próprio punho perante a Casa Legislativa, como consta em todas as constituições.

Quando meu filho de 19 anos me comunicou a decisão de abandonar o curso de Direito, ao concluir o primeiro período, uma serena tristeza invadiu-me a alma, entrecortada por um melancólico sentimento de culpa.
A notícia me foi dada já no crepúsculo do dia. Escurecia e não havia uma única estrela no céu. Antes, nuvens carregadas aproximavam-se do maciço da Tijuca, alvo instintivo do meu olhar. Logo em seguida, como soe acontecer aqui no sopé da serra dos Três Rios, a luz se foi e ficamos às escuras.O mais grave em tudo isso é a crença de que pode ter influenciado no seu sacrifício juvenil, ainda que inconscientemente, a sucessão de absurdos e iniqüidades que permeiam a grotesca intervenção de magistrados da Justiça Comum ( e não a Eleitoral) ao decidirem sobre a expropriação do mandato que me foi conferido pelo povo.
Meu filho disse simplesmente que não se viu motivado para a advocacia, até porque ganhar dinheiro não é sua prioridade de vida. Ele também se convenceu que erramos quando abrimos mão de um vestibular numa faculdade pública por um certo escrúpulo, considerando que podemos pagar uma particular e muitos que não podem pagar são alijadas de ambas. Essa reflexão ele passou a fazer depois da divulgação dos exames da OAB-RJ.
Mas, vivenciando esse histórico perverso e inexplicável, onde constituições, leis, códigos e direitos elementares são atropelados em sede liminar pelo duvidosa ilação da “fumaça do bom direito”, não me surpreenderá se tais violações, infectadas da mais horripilante hipocrisia, tenham inoculado nos recônditos do seu cérebro as náuseas que sua primeira experiência universitária lhe causaram.
Sabendo de minha própria história e dos seus irmãos mais velhos – sacrificados e humilhados quando permaneci dois anos nos cárceres da ditadura, mas vitoriosos e senhores dos seus destinos – ele não vai se abater, é claro. Ainda está em tempo de buscar aquilo em que possa acreditar para prover seu sustento com o mínimo de prazer e dignidade. CLIQUE E LEIA  O DEPOIMENTO DE PEDRO PORFÍRIO

 

Atirando no ministro para alvejar os direitos trabalhistas

A verdade é que o ministro Carlos Lupi (na foto com Pedro Porfírio e o presidente da Associação da favela do Jacarezinho), objeto do ultimato sem qualquer fundamento jurídico, começa a desapontar aos que apostavam que ele não teria como sobreviver, postando-se na defesa da legislação trabalhista, ante o cerco astucioso de alguns influentes, próximos e poderosos interessados em remover históricas conquistas sociais. LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO.

 

A vitória da derrota no “empate técnico”

Empolgado com uma sucessão de nove vitórias em 8 anos, Chávez se sentiu á vontade para propor medidas explosivas, como o fim da “autonomia” do Banco Central, a semana de 36 horas de trabalho, a incorporação dos informais ao regime previdenciário, o voto a partir dos 16 anos e mudanças educacionais que garantiriam o acesso prioritário dos pobres à Universidade Pública gratuita, como já acontece na Universidade Simon Bolívar, que criou onde antes funcionava o luxuoso edifício da PDVSA, a estatal de petróleo.
Isso tudo foi embarreirado pelo “não”, que, por conta da escassa maioria, terá um peso muito pequeno no destino do presidente, com mais cinco anos de mandato, e uma primeira topada, o que certamente o levará a uma autocrítica em condições favoráveis, como já mencionou, e a uma compreensão de que num regime democrático, pelo qual demonstrou respeito, apesar do estigma de “ditador”, ninguém é invencível. De onde concluo, por hoje, que ele acabou sendo o grande vitorioso numa derrota que expõe um verdadeiro “empate técnico”. Pelo menos, vai ser mais complicado chamar de ditador alguém que assimila o resultado adverso de um pleito.
LEIA ARTIGOS DE PEDRO PORFÍRIO SOBRE O REFERENDO DA VENEZUELA.

O ex-líder da guerrilha venezuelana, Douglas Bravo, que recebeu Pedro Porfírio na véspera das eleições de 2006, manteve-se irredutível no seu confronto com Chávez, com quem conspirou até 1991, mesmo sabendo que estava subindo no palanque da direita, ao lado dos aliados do imperialismo norte-americano, e mobilizou simpatizantes para votar no "não".


LEIA MAIS SOBRE A VENEZUELA E A NOSSA MÍDIA
 

Quando a semântica manipula

o jogo do poder

A guerra semântica de hoje  leva a mesma máquina de fabricar idiotas a taxar de ditador o presidente Hugo Chávez, um líder eleito e reeleito pelo povo, cujas mudanças constitucionais – ao contrário das nossas – são submetidas a referendos com imprensa livre, em sua grande maioria hostil a ele. E lá as urnas eletrônicas são auditáveis, ao contrário das nossas, porque o voto também é impresso, como queria Brizola.

 

A América Latina somos nós

 

Se países como o Brasil se desvencilharem da tutela dos grandes grupos internacionais e assumirem com ações concretas um projeto de integração e parceria leal com seus vizinhos, teremos uma nova potência - a América Latina.

Crise do gás: vamos falar a verdade!

 Toda essa celeuma sobre o gás natural é uma grande pasmaceira que tem de tudo: má fé, incompetência, irresponsabilidades, manipulação de informações, jogo de interesses e, sobretudo, desrespeito aos direitos elementares dos cidadãos. Isso sem falar no mais sofisticado: a tentativa de convencer os brasileiros que precisamos ir á guerra contra a Bolívia. CLIQUE AQUI E LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

Por que a

verdade dói e

está fora de moda

Houve um tempo em que uma pitada de verdade não fazia mal a ninguém. Hoje faz.  Do jeito que a banda toca você não pode ousar falar nem uma meia verdade.  Nem um tiquinho, nada que  possa ameaçar o circo da mentira que se instalou em nosso torrão. CLIQUE E LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA

O seqüestro do raciocínio e o apagão da inteligência

Nos dias de hoje, nada me assusta, deprime e revolta tanto como o seqüestro do raciocínio. Nada é mais danoso e demolidor. Nada causa tantos males à espécie humana.

Não. Eu não estou falando da corrupção da consciência. Nem da corrosão do caráter. Nem da desfiguração do sentimento. Não me refiro à extinção dos valores morais, éticos e religiosos que um dia pesaram nas atitudes.

CLIQUE E LEIA

As trapaças e a reação de cada um de nós

O que nos une - a mim e a você – é o sentimento de revolta diante dessa rotina cínica de trapaças explícitas e impunes. Isso basta. Não podemos nos dividir, tentando puxar brasa para nossas antigas paixões, nossas idiossincrasias e nossas visões ideológicas.CLIQUE E LEIA

Globalização de mãos sujas

O desbaratamento pela nossa Polícia Federal e pela Receita de um sofisticado esquema de fraudes, contrabando e corrupção envolvendo uma das gigantes norte-americanas de informática mostra os riscos a que estamos expostos nessa febre de importação que tantos danos tem causado ao povo brasileiro, em nome da "globalização inevitável. Para mim, essa trama tem a ver com as mágicas que levam ao fechamento de fábricas no Brasil, onde a mão-de-obra é pessimamente remunerada, e até mesmo à conspiração que pôs no chão a nossa mais tradicional companhia aérea. CLIQUE E LEIA

Que bom que somos tantos os indignados

Em nenhum momento, pretendi mais do que externar o que vinha ao mesmo tempo do meu cérebro e do meu coração. Mas a constatação de que uma perigosa anemia mental alastra-se como uma epidemia que desfigura e amesquinha as personalidades teve o efeito de um choque, ao ponto de receber a seguinte mensagem: " Nunca nos tempos atuais li um texto tão correto, tão verdadeiro e por isso mesmo, infelizmente, tão triste". CLIQUE E LEIA

Audiência pública sobre anistia na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, presidida pelo vereador Pedro Porfírio, com a presença do presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

 

Uma anistia de verdade para remover o lixo autoritário

Não tenho a menor dúvida: por mais que o processo de anistia, no seu sentido lato, seja condição essencial do restabelecimento do estado de direito, a sua plena execução é o maior desafio de nossos dias.  Sob os mais variados pretextos, as resistências ao reconhecimento devido às vítimas dos anos de exceção, casuísmos arbitrários e perseguições infernais ainda permanecem instaladas em trincheiras invisíveis e podem tornar o exercício da reparação um ato de heroísmo dos encarregados institucionais dessa missão. LEIA MINHAS COLUNAS NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

A ditadura e o tratamento dos  militares subalternos

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Ministro na favela, execuções e “apartheid social”

Ministro do Trabalho no Jacarezinho: à vontade e recebido com carinho pela comunidade.

No sábado, dia 20, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, percorreu a mesma comunidade, em minha companhia, sem nenhum tipo de segurança policial. Passou de 11 às 14 horas ali, assistiu a um documentário sobre as ruínas do parque industrial do Jacaré, viu a Casa da Paz abandonada e ouviu reivindicações  da Associação dos Moradores, do movimento “Jacarezinho quer paz”  e de pastores evangélicos.  Foi a primeira vez em 75 anos que um ministro do Trabalho visitou aquele parque proletário. Isso, praticamente toda a mídia desconheceu, com exceção  da Redetv, do jornal “Povo do Rio” e da “Folha”  e do “Estado de São Paulo”. CLIQUE E LEIA.

 

O fechamento dafábrica da GE no     jogo sujo da globalização

     O anúncio de que a GE desativará sua fábrica de lâmpadas em Maria da Graça, Zona Norte do Rio de Janeiro, já no início de 2008, é um dos maiores desafios para todos os governos – federal, estadual e municipal - e reflete tão somente a perigosa submissão do Brasil a uma  globalização em que só temos a perder.CLIQUE E LEIA.

Apertem o cinto: os nossos

pilotos estão sumindo

Se era isso o que queriam, estão conseguindo: nossos pilotos estão sumindo.  Falo do plantel mais experiente e mais treinado da aviação comercial brasileira, os formados e provados na mais tradicional companhia de nossa história – a Varig, Varig, Varig. CLIQUE E LEIA

Ainda há Justiça: eu que o diga

A partir de agora, no entanto, com a decisão cristalina da juíza  Jacqueline Montenegro, sinto-me mais à vontade, em razão do que estou imensamente grato aos advogados Siqueira Castro, Alexandre Wider, Adriana Zamponi e Vânia Aieta.  Eles se empenharam em minha defesa tão somente por acreditarem no meu direito. Nada me custaram, a não ser o compromisso da coerência em relação ao meu passado e ao respeito devido ao que lhes levou ao gesto solidário. CLIQUE E LEIA

Primeira avaliação sobre o

PDT no governo Lula

Pelo que pude perceber, o esforço gigantesco de Carlos Lupi (foto) para dar um novo impulso no Ministério do Trabalho não encontra ressonância no conjunto do governo. Esta pasta, aliás, mais parece “caveira de burro”.Nessas horas, é preciso contar com a intuição que foi marca de Brizola e a análise científica que monitorem uma postura coerente e pragmática. Tentar sobreviver só com o ônus do poder é mais do que temerário: beira ao suicídio político.

CLIQUE E LEIA

As mesmas práticas, a mesma hipocrisia

O governo do presidente Luiz Inácio se mantém fragilizado na sua rendição incondicional a um jogo político menor, sob o império da mistificação, que não consegue encobrir suas práticas de um primarismo catastrófico. CLIQUE E LEIA

O resgate que vale a nossa soberania

Poucos desmandos geraram tanta indignação como a indefensável privatização da Companhia Vale do Rio Doce, uma afronta que expõe as vísceras da corrupção, do favorecimento, do desprezo pela soberania nacional, pelo meio ambiente e de tudo o mais de ruim e danoso que se possa imaginar.

Tudo que aconteceu naquele obscuro 1997 tem as manchas da mais acintosa imoralidade. Nada  mais indecente aconteceu depois daquele leilão que entregou nossas riquezas de mãos beijadas e a preço de banana: R$ 3,3 bilhões para um patrimônio real de R$ 92 bilhões. Aquele preço representa hoje o lucro de 3 meses da companhia: só em 2005, esse lucro somou R$ 12,5 bilhões. CLIQUE E LEIA

Um festa para crianças do "primário"

Um país cuja economia está sujeita aos humores do "mercado" e que não detém a posse e controle de suas riquezas naturais não se pode considerar independente. Daí a impropriedade da festa de hoje, um evento simbólico para as crianças do curso primário. CLIQUE E LEIA.

O direito à verdade sobre

os crimes da ditadura

Duas colunas   sobre o livro que fala dos mortos e desaparecidos durante a ditadura. Na sexta-feira, dia 31 de agosto, eu achava que os militares reagiriam com naturalidade, por entender que o perfil dos oficiais mudou.  Depois da nota do comandante do Exército, quem mudou de opinião fui eu.

À esquerda, Vladimir Herzog, jornalista que trabalhava na TV Cultura e foi "suicidado" nos porões do DOI-CODI, em São Paulo. À esquerda, o presidente Lula, no lançamento do livro "Direito à Memória e à Verdade".

A Justiça e os sonhos de

 um estudante de Direito

A mim, importa saber o que o decidirão os dez ministros do STF sobre os 40 acusados no chamado caso do “mensalão”. Mas preocupa muito mais preservar a fé na Justiça, onde espero que meu filho, ainda envolto no mais belo dos sonhos, possa oferecer o melhor de seu caráter, de sua vocação inquieta e seu sentimento generoso. LEIA NO JORNAL ELETRÔNICO POR CORRESPONDÊNCIA

Pedro Ivo escolheu o Direito

 

Porque Getúlio e Brizola ainda vivem!

Não há como lembrar a morte do presidente Getúlio Vargas, sem falar do seu mais legítimo continuador. E não há como recordar o mundo que o grande estadista nos legou, apesar da orquestração reacionária, sem ligá-lo, por laços de sangue e de sonhos ao baluarte com quem convivemos até 2004.

Getúlio Vargas hoje está mais vivo do que nunca. Como Brizola. E como todos os que doaram suas vidas à causa de um Brasil realmente livre, justo e próspero. LEIA COLUNA DE PORFÍRIO NA TRIBUNA.

 

Anistia como selo do regime de direito

Falo pelos milhares de brasileiros que sofreram as mais diversas e mais perversas perseguições, que lhes acarretaram a morte brutal, o “desaparecimento”, a forja de “suicídios”, o banimento, o exílio, o desemprego forçado, o isolamento, a vida na clandestinidade, a destruição de suas carreiras e de seus sonhos, a fome, a miséria, as crises familiares e mais um rosário de humilhações. LEIA COLUNA DO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA.

Porfírio  e Lupi  avaliam posição em defesa dos trabalhadores da Varig e do Aerus.

 

O vereador Pedro Porfírio esteve outra vez ao ministro Carlos Lupi, em audiência no Ministério do Trabalho, em Brasília, quando voltou a conversar sobre a situação da Varig, Aerus e do seu pessoal.

Leia mais sobre a ADIN do PDT  contra a Lei de "recuperação das empresas"

Os movimentos de mulheres foram à Câmara dar todo apoio ao ministro da Saúde, por sua corajosa política em defesa dos direitos reprodutivos

Por um ministério da saúde e não das doenças

Convenhamos: já estava na hora do Ministério da Saúde deixar de ser Ministério das Doenças. Nesse país em que não se escreve o que se fala, ou se escreve por linhas tortas, um choque frontal na questão da saúde pública era o mínimo que se impunha diante da calamidade numa área em que tudo está com sinais trocados, acarretando uma septicemia social.

CLIQUE AQUI E LEIA A COLUNA DO PORFÍRIO NA TRIBUNA.

 

Minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 6 de agosto de 2007

Apesar de tudo, "Fora Lula"

hoje, nem pensar!

Menos. Com a autoridade de quem primeiro viu e primeiro denunciou o “cavalo de pau” do governo petista, declaro para todos os fins que esse discurso de “Fora Lula” é hoje obra da irresponsabilidade, da demência e do rancor de quem não está nem aí para a sorte do povo brasileiro. CLIQUE E LEIA NO JORNAL ELETRÔNICO.

CAIXAS PRETAS E MÉTODOS

 PRIMÁRIOS DE GOVERNO

Não há sinais de que esse governo que obteve os votos de 63 milhões de brasileiros tenha se dado conta do pântano em que pode se afundar. Neste exato momento, como todos vimos, dá curso a uma arriscada assimilação da insensatez mesquinha, segundo a filosofia franciscana proclamada um dia pelo então deputado Roberto Cardoso Alves: é dando que se recebe.CLIQUE E LEIA

Poder e ambições como causas das tragédias

Em toda a história de nossas aéreas, as companhias sempre funcionaram como joguetes do poder, até porque dele dependiam nos financiamentos internacionais, nas compras de aeronaves e na obtenção de novos “slots” (licenças para pousos e decolagens).

 

 

 

 

 

 

Comandante Elnio Borges, base de comentário de Tereza Cruvinel sobre as raízes do caos aéreo e sobre a insegurança  nos vôos, hoje

E, no entanto, as nuvens

continuam carregadas

Se não fosse pelas vítimas fatais, pelo clima de consternação e dor que cortou o país como um raio flamejante, eu diria simplesmente: bem feito - o governo está colhendo o que plantou. Essa crise aérea, que está longe do fim, é a mais deprimente pantomima de uma ópera bufa, cujos atores leram o script, mas, por aprendizes de feiticeiros, renderam-se ao improviso de “cacos” de mau gosto. CLIQUE E LEIA

 

Há mais coisa no ar além dos

aviões de reversos travados

      

Milton Zuanazzi, diretor geral da ANAC, tem grande responsabilidade na crise aérea, que começou com o abandono da Varig, empresa modelo que se recusou a ser um ônibus que voa, devido ao alto nível do seu pessoal.

 Enquanto o governo  não refizer sua postura em relação a Varig, o país precisará de muitos anos para resgatar a normalidade. Esse pessoal da ANAC, a quem cabe a gestão dos transportes aéreos, já mostrou a que veio. Graças à sua desastrada gestão, chegamos onde chegamos e assistimos ao sacrifício da companhia aérea âncora, que manteve os melhores índices técnicos de operação, incluindo segurança de vôo, pontualidade e qualidade dos serviços e tinha os profissionais mais bem preparados e exigidos, recusando-se a transformar-se em ônibus que voam. Como conseqüência desse golpe, nossos pilotos sumiram e estamos hoje à mercê de duas empresas comadres, que só pensam no lucro fácil. CLIQUE E LEIA

 

Para além da tragédia de Congonhas

Toda discussão sobre o acidente desta terça-feira só aportará especulações dirigidas. Ninguém vai querer se responsabilizar por uma tragédia que chocou o país. Portanto, todos incriminam todos: só falta aparecer alguém para culpar as rádios “piratas”, que entrariam na história como o mordomo nos romances de Agatha Christie.

Leia minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 20 de julho de 2007

O recado das vaias

Não há como tapar o Sol com a peneira: as vaias ao presidente Lula no Maracanã, respeitadas suas características peculiares, podem ser entendidas como uma ampla pesquisa de opinião, com a vantagem de ter sido pública, aberta, espontânea e à prova de manipulação.

Não festejo a manifestação porque ficou muito chato o presidente da República ter decidido não formalizar a abertura dos jogos pan-americanos, como é da tradição, por conta do constrangimento que passou.

 LEIA COLUNA COMPLETA.

Varig e Aerus: o que falta

é vontade política

http://www.tribunadaimprensa.com.br/coluna.asp?coluna=porfirio

Leia minha coluna na TRIBUNA DA IMPRENSA de 13 de julho de 2007

 

Por iniciativa do vereador Pedro Porfírio, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro concedeu a MEDALHA DO MÉRITO PAN-AMERICANO à delegação  de Cuba, pelo sucesso no da política governamental que dá prioridade aos esportes na formação de sua juventude.

LEIA E VEJA FOTOS

A nova maravilha do faz-de-conta nacional

Nesse clima de “vitória” da quantidade sobre a qualidade, isto é, nesse despropositado critério de avaliação, já não consigo conter minha indignação, tal a sensação que me domina, como se um grande mestre tivesse obtido seu diploma por ter  mais amigos na praça, de resto algo em sintonia com os dias de hoje, em que o país está a mercê de incompetentes medíocres e corruptos espertos. LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 9 DE JULHO DE 2007.

Foto da FOLHA DE SÃO PAULO

 

Quando fica difícil entender o que está acontecendo

Francamente, como enfatizaria o inesquecível Leonel Brizola, que tanta falta faz hoje em dia, eu devo estar caduco, apesar dos meus joviais 64 verões. Confesso que não estou entendendo patavinas de nada. LEIA A COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 6 DE JULHO DE 2007

Uma conversa franca sobre tudo isso

Chegamos a tal ponto de decadência política e moral que me obrigo a buscar respostas mais profundas para entender toda essa encruzilhada em que nos encontramos com   o seu tácito consentimento.

LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA DE 2 DE JULHO DE 2007

 

Saudades de Brizola, meu mestre

Há exatos três anos, no cair da tarde de uma segunda-feira, 21 de junho de 2004, o povo brasileiro perdia um dos seus maiores estadistas - Leonel de Moura Brizola.

Até hoje não consegui assimilar as circunstâncias em que ele morreu. Na noite de domingo, apesar de acamado, havia recebido em casa Garotinho e Moreira Franco, que foram propor uma aliança em torno do seu nome para a Prefeitura do Rio de Janeiro, nas eleições daquele ano.

No dia seguinte, como ele passou mal, foi levado para o Hospital São Lucas, que estava em obras.  Ao ser transferido para outro prédio, onde faria exames, morreu no elevador.  Nada mais imprevisível.

Hoje, a sensação do vazio que ele deixou é aterrorizante. Parece que Brizola se foi há uma década. Ou mais. E sua partida nos levou um dos últimos políticos de elevada estatura moral e inegável carinho pelo povo trabalhador, pelas crianças, pelos idosos.

Duas vezes governador do Estado do Rio de Janeiro, governador do Rio Grande do Sul, prefeito de Porto Alegre, Leonel Brizola também foi uma das figuras mais injustiçadas da nossa vida pública. Quem tinha poder na mão – inclusive a mídia – tratou de destruí-lo.

E com isso, quem mais perdeu foi o povo brasileiro, ao qual ele dedicou os 82 anos de vida, insurgindo-se como coragem e desprendimento sempre que os interesses nacionais e os direitos dos trabalhadores eram ameaçados ou minados.

Desde aquele 21 de junho de 2004 eu me sinto como um verdadeiro órfão político. Acredito que muitos brasileiros têm a mesma sensação. Pior: temo que tão cedo não apareça

 

 alguém com a mesma visão e os mesmos sentimentos patrióticos e a mesma coerência, com o mesmo carisma e a mesma disposição de luta que marcou sua admirável biografia.

Isso é muito grave. Durante anos, Brizola povoou os sonhos dos brasileiros mais humildes, como uma esperança real, porque nunca, em momento algum, vacilou na defesa de suas idéias que tinham como referência o país soberano e justo que todos desejamos.

Lembrar o que ele representou durante 60 anos da história brasileira é tarefa que cumpro com os olhos cheios de lágrimas e muita saudade.

A partir de agora você receberá nossas colunas pelas pelo

Clamor pela paz em meio às execuções policiais

“O social parou, a educação parou, a economia parou. Só recebemos bala.”

Antonio Tibúrcio, presidente da Associação dos Moradores da Vila

Cruzeiro, na Penha.

Você não tem uma idéia do que está acontecendo nas comunidades pobres do Rio de Janeiro, irresponsavelmente CRIMINALIZADAS e envolvidas numa verdadeira guerra de guerrilhas por conta de uma política de segurança marcada pela incompetência e espírito de terra arrasada, resultado de um despreparo explícito do governador Sérgio Cabral FILHO e de todo o seu secretariado.  LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA

Idosos do Jacarezinho no Cristo; sonho de paz numa comunidade  massacrada pela ação policial.

Crianças do grupo de dança do Jacarezinho, antes da manifestação pela paz, com a participação de Pedro Porfírio. No dia seguinte, mais violência policial.

Voto em lista, uma proposta indecente

“Com o miserável VOTO DE LISTA, 120 milhões de brasileiros, terão que referendar essa escolha feita pela cúpula dos partidos, quase toda ela CORRUPTA e indefensável”.

Hélio Fernandes, TRIBUNA DA IMPRENSA, 13 de junho de 2007

LEIA COLUNA DE PEDRO PORFÍRIO NA TRIBUNA DA IMPRENSA

 

A corrupção é intocável. O resto é simulação

  Circula na internet um e-mail bem humorado com um pedido pra lá de extravagante: “repassem até chegar ao Bin Laden”.  Na carta eletrônica apenas uma foto, a do Congresso Nacional, com uma faixa fincada em seu gramado: “Bin Laden, aqui tem mais duas torres”.

Cito essa brincadeira sem nenhuma pretensão. Ou melhor, apenas para mostrar a quantas nossa preclara classe política chegou na boca e nos computadores dos brasileiros.Leia mais.

A corrupção que a todos compromete
Ou o Brasil se une de verdade para dar um basta à corrupção, ou a corrupção inviabilizará o Brasil. Não estou exagerando, nem fazendo sensacionalismo. E vou logo dizendo: engana quem diz que ela só acontece no âmbito das relações com o poder público. Age de má fé quem tenta circunscrevê-la à atividade de Estado, aos políticos e ao Judiciário.

Enfim, um programa

de planejamento familiar

Enfim, foi dada a largada para um programa de planejamento familiar no país. Já não era sem tempo. Mas esse ainda é limitado, de alcance menor do que o necessário, porque deveria envolver mais a rede pública de saúde.

Desdobramento da audiência pública da Varig

Ministro recebe Porfírio, lideranças e vê caminho aberto na busca de uma solução para a novela

O governo está realmente empenhado em encontrar uma solução rápida para o pessoal da Varig e para os participantes  do Fundo Aerus. “Essa solução pode sair mais rápida do que muitos esperam, pois o caminho nesse sentido  já está aberto”.

Foi o que disse nesta segunda-feira o ministro Carlos Lupi, que recebeu o vereador Pedro Porfírio e os dirigentes das associações de funcionários da Varig, em audiência na Delegacia do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro.

Light tem a ajuda que foi negada à Varig

Previdência: um novo ataque à vista

Bento XVI no Brasil

Uma visita sob o signo da intolerância

Chefe do Estado do Vaticano quer impor sua Lei a um Estado soberano e laico.

Sobre a “sombria tormenta” que abala a igreja católica

Discurso do retrocesso procura encobrir uma crise que é da igreja católica e não dos fiéis.

 

Varig: 80 anos de muita tristeza e vergonha

 

 PEDRO PORFÍRIO PROMOVE A AUDIÊNCIA DA VIRADA

Ministro CARLOS LUPI assume a causa dos trabalhadores e aposentados da Varig e do Aerus

 

O vereador Pedro Porfírio conseguiu uma grande vitória junto com os funcionários e aposentados da Varig com a realização de uma grande audiência pública, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com a presença do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que, ao declarar legítimas as reivindicações dos trabalhadores, comprometeu-se a levar diretamente ao primeiro escalão do governo federal as suas propostas. A posição do pessoal da Varig foi apresentada pelo comandante Elnio Borges e outros colegas. A audiência teve a presença do deputado Paulo Ramos, presidente da CPI da Varig na Assembléia do RJ, dos Secretários do Trabalho do Estado, Alcebíades Sabino, e do município, Wanderley Mariz, que representaram o governador Sérgio Cabral e o Prefeito Cesar Maia.